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Poder da Palavra

“Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.”

    Poder da Palavra

    “Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.”

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    Monthly Archives: setembro 2006

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    A prova do lenhador

    Al-Ghazalli conta uma história que eu gosto muito de contar, recontar e meditar sobre ela, embora nem sempre – quase nunca – consiga refleti-la na minha vida. Adapto a história para tirar dela… …

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    6 set, 2006 Sem categoria post_tag
    Encha a taça!

    À liberdadeCom vinho e versos de KhayyamVamos celebrar as conjunções dos astrosSepultar os espectros, Esquecer os futurosSó os livres sabem o sabor da vida! …

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    6 set, 2006 Sem categoria post_tag
    Vazio

    À SolidãoEm você sou inteiroEm você sou livreEm você sou plenoEm você meu caminhoNão se perde nos atalhos.No silêncio de seu discursoTento escutar o meu! …

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    6 set, 2006 Sem categoria post_tag
    Noite gelada

    À MisericórdiaImagino o vento gelado,Suas mãos geladas,Sua voz trêmulaE me espantoDo caloroso abraçoDesta sua compaixão.Fico com vontade de chorar,Por mim, de pura invejaDesta sua fé tão… …

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    6 set, 2006 Sem categoria post_tag
    Um antigo templo na floresta

    À sabedoriaO meu orgulho do que desespera.Abre a quem não bater à tua porta.”(Fernando Pessoa)Senti seu olhar de brâmanePor detrás da floresta densaLá das ruínas perdidasOnde habitam mitos.Não… …

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    6 set, 2006 Sem categoria post_tag
    Fio da meada

    Tento desentrelaçar os fiosDas minhas várias inquietudesEmaranhados pelas expectativasDe soluções mágicas e únicas …

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    6 set, 2006 Sem categoria post_tag
    A inebriante liberdade dos Rubayyiat de Khayyam

    “Na terra cheia de cores alguém caminha:não é muçulmano, não é infiel, nem pobre, nem rico;não acredita na Verdade e não afirma nada.Quem é esse, intrépido e triste?” (Khayyam)Estou aqui há uma… …

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    4 set, 2006 Sem categoria Literatura, post_tag
    Lampejos

    Mil vezes uma gota de sabedoriaOculta em um verso ou beijo,No lugar de volumes minuciosos, portanto vagosNos livros dos doutos. …

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    3 set, 2006 Sem categoria post_tag
    Lendo o rubayyiat de Khayyam

    Lá pelo vigésimo rubai,Eu penso no poeta persaEscrevendo poemas nas horas vagasQuando não olha o céu para fazerCálculos astronômicos ou preparar horóscoposPara os poderosos com quem despacha.Entre… …

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    3 set, 2006 Sem categoria post_tag
    Brincadeiras

    O rato agitadoSó atiça o apetite do gatoE prolonga a brincadeiraTentando, em vão, escapar.Só espero que brinque,Disfarço a agitação,Enquanto aguardo, que se cansee me devore! …

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    3 set, 2006 Sem categoria post_tag
    Não me desperte

    “Seu nome está em minha línguaSua imagem em minha visãoSua memória em meu coraçãoPara onde vou mandar estas palavras que escrevo?” (Rumi)Deixa que eu durma um pouco maisE continue no sonhoNão, não… …

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    1 set, 2006 Sem categoria post_tag

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    • Do fetichismo dos dados à governança
    • Densidade bem colocada
    • Zoneamento anti-proximidade
    • Expansão por remendo
    • Cidade pública insuficiente

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    • “Alegria de poesia é a tristeza da gente, bem disfarçada.”
    • “Homem é para ser bom.”
    • “Na beirada do nada é que as coisas começam.”
    • “Narrar é resistir.”
    • “O diabo vige dentro do homem.”
    • “O mais bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas.”
    • “Palavra é coisa que se não pode ver, nem pegar. Mas governa o mundo.”
    • “Uma cidade sem portas, de casa sem armadilha…”
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